A Cabana (William P. Young) *****
Publicado inicialmente nos Estados Unidos por uma editora pequena segundo dizem criada especialmente para publicar este livro. As editoras cristãs se recusaram a publicá-lo por considerá-lo um tanto herético. As editoras seculares se recusaram porque achavam que o livro falava demais de Jesus. O fato é que o livro se tornou um best-seller mundial.
O livro conta a história de Mackenzie Allen Philips, que tem sua filha raptada durante as férias da família. Numa cabana distante e abandonada são encontradas evidências de que a criança foi assassinada com crueldade. Quatro anos depois Mack recebe um bilhete estranho, supostamente de Deus, convidando para um fim-de-semana na mesma cabana.
Pra mim o livro foi um convite a humildade, apresentando Deus como nunca antes. Sei que posso confiar no amor de Deus, mas a verdade é que Ele é muito maior que a nossa mente possa alcançar, e talvez seja completamente diferente do que as nossas concepções religiosas.
Também não concordei com todas as ideias no livro, mas devemos entender que é uma obra de ficção, o autor não teve a intenção de dizer que tudo o que afirma sobre Deus é verdade, apenas deixar muitas idéias no ar.
Fora que algumas cenas retratadas no livro são belíssimas, mal vejo a hora de ver uma bem provável versão cinematográfica. Recomendado.
Não tenho fé suficiente para ser ateu (Norman Geisler, Frank Turek) *****
Um dos melhores livros que já li.
Idéias com o objetivo de destruir a fé cristã sempre bombardeiam os alunos do ensino médio e das universidades. Este livro serve como um antídoto excepcionalmente bom para refutar tais premissas falsas.
Geisler e Turek fizeram um trabalho brilhante. Eles mostram como o cristianismo responde questões que o ateísmo e outras religiões não são capazes de responder usando raciocínio direto, lógico e conciso. De quebra eles ainda dão umas dicas de como refutar os críticos da fé. Um livro que vale muito a pena.
Maravilhosa Graça (Philip Yancey) *****

Neste livro, o premiado escritor Philip Yancey examina detalhadamente a graça divina. Se a graça é o amor de Deus para os que não a merecem, ele pergunta, então que aparência ela tem em ação?
Yancey coloca a graça no meio de imagens cotidianas complexas, compara o seu caráter com a horrenda “falta de graça”. A graça pode sobreviver no meio de tais atrocidades como o holocausto nazista? Ela pode triunfar sobre a brutalidade da Ku Klux Klan?
Yancey tenta fugir de explicações muito aprofundadas na filosofia, até porque a graça não é tão fácil assim de se definir com palavras, ao invés disso mostra o que é a graça, e também o que ela não é. A graça superabunda onde abunda o pecado (Romanos 5:20), mas de maneira alguma a graça é motivação para insistirmos no erro, é justamente o contrário.
A graça é um conceito tão elevado que não existe nada similar em nenhuma religião, é ela que define o tipo de pessoas que somos, e o Deus a quem servimos. Ninguém pode acusar os cristãos de ter copiado isso de outra religião, a graça é tão excelente que só pode ter nascido da mente de Deus. Esse Deus que amamos e que somos por Ele tão amados, tão incondicionalmente.
“Porque, se pela ofensa de um morreram muitos, muito mais a graça de Deus, e o dom pela graça de um só homem, Jesus Cristo, abundou sobre muitos.” (Romanos 5:15)













Meu Pai rs. Mais um me indicando a Cabana. Vou começar a lê-lo hoje. Me enviaram aqui e me falaram muito bem.
Os do Philipe Yancey também. Nunca li, mas de tanto que me falam bem dele já até sou fã do cara rsrsrs.
O do Norman Geisler eu ainda não li. Achei o nome interessante.
Um forte abraço.
Inté!
Yancey sabe escrever muito bem, principalmente porque não intenta ser o mestre dos temas que aborda, simplesmente dircursa sobre eles e nos deixa com aquela sensação incômoda e saudável de ter que se aproximar mais de Deus para entendê-lo melhor. Recomendo também.
Se eu fosse vc cobraria pela propaganda..rs